terça-feira, 5 de julho de 2011

Para pensar...

"A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos.
A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.
A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos...
TUDO BEM!
O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum...
É amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos."
Chico Xavier

Todo mundo tem "seus dias" mas,...

Bah! Entendo que todo mundo tem o direito de amanhecer num dia daqueles, sem nem saber direito por qual razão, simplesmente acordar de mau humor.
Compreendo e suporto!
O difícil é quando isso se torna diário, hábito, rotina...
Daí fica difícil de aguentar!
O pior é que ainda não vendem semancol em cápsulas, senão esses e outros tantos problemas estariam resolvidos, rsrsrsr!
O negócio é o seguinte, um dia que outro passa, mas, todo dia e sem um real motivo justificável, ninguém merece!!!
Já é patologia! Vá se tratar!
(E pato é quem aguenta essas rabugices, rsrsrsrsr)
Ana Paula

Cicatrizes!

Feridas, escoreações, traumatismos, luxações...
Provocam dor, inchaço, hematomas, lágrimas...
Precisam ser cuidados, debridados, drenados, curados...
E restam as cicatrizes!
Cicatrizes na pele e cicatrizes na alma.
Cicratrizes na pele não doem, entretanto lavam-nos até as cicatrizes na alma.
E essas doem, doem demais!
Queria com um pincél, com tinta mágica, pintar todas todas as marcas na pele, escondê-las num lugar onde jamais os olhos alcançarão, porque o que os olhos não veem o coração não sente.
Mas, não consigo!
São marcas da vida, de uma história, de um caminho e/ ou trajetória.
As cicatrizes na alma, poderiam doer menos, mas, propositalmente, acredito que tem essa intensidade para lembrarmos quem somos e do que passamos para valorizarmos o que temos.
Nem sempre a vida é fácil e o simples fato de manter-se viva torna-se um sacrifício, as marcas devem servir como aprendizado disso!
Ana Paula