quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Ai, ele diz tudo! Rubem Alves mais uma vez...

“... Sem tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em lugares onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte... Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos". Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa.”

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Rubem Alves...

"Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado."

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Steve Jobs...

"Às vezes a vida te bate com um tijolo na cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me fez continuar foi que eu amava o que eu fazia. Você precisa encontrar o que você ama. E isso vale para o seu trabalho e para seus amores.Seu trabalho irá tomar uma grande parte da sua vida e o único meio de ficar satisfeito é fazer o que você acredita ser um grande trabalho. E o único meio de se fazer um grande trabalho é amando o que você faz. Caso você ainda não tenha encontrado[ o que gosta de fazer], continue procurando. Não pare. Do mesmo modo como todos os problemas do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer relacionamento longo, só fica melhor e melhor ao longo dos anos. Por isso, continue procurando até encontrar, não pare!"

domingo, 27 de novembro de 2011

Um pouco mais de Charles Chaplin

"Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!"

sábado, 26 de novembro de 2011

Charles Chaplin

"A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.

Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.

Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?"

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Sexta-feira tornou-se o dia predileto!

Logo que comecei a escrever o blog, em maio, estava numa época da minha vida que havia aprendido a adorar as segundas, tinha uma predileção, aguardava-as, pois, era a oportunidade de fazer uma semana diferente, melhor que a anterior.
As situações, as pessoas e seus desejos mudam, hoje, passados apenas alguns meses, aguardo com ansiedade pelas sextas feiras, pois, durante a semana já fiz o que poderia ter feito, já estou no meu limite físico e emocional, quero descanso, paz, tranquilidade e ninguém gritando e esbravejando aos meus ouvidos.
Fico pensando como a gente muda, os desejos, as motivações, as paixões etc, e como pode tudo isso mudar em tão pouco tempo. Também penso o papel decisivo que ocupamos na vida do outro, ou o ajudamos a construir grandes obras ou o arruinamos.
Contudo, passei a adorar a sexta-feira, os sábados, os domingos, os feriados e todos os feriados prolongados que conseguir fazer, porque quando se dá "murro em ponta de faca" e perde-se o tesão pelo que faz, é melhor ficar em casa.
Ana Paula

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

"...no interior de si mesmo a resposta para encontrar a saída..." (Gandhi)

Um respeitável conselho, mas, de tão difícil execução.
Quando era para ser uma simples tarefa, ora,  só olharmos para dentro de nós e encontraríamos  tão logo a solução, no entanto tornou-se uma difícil contradição.
São poucos os que conseguem olhar para dentro, reconhecer suas fraquezas e angústias, assim como suas qualidades e motivações, sendo assim, mais fácil olharmos para o outro. Até porque,  nem sempre o que enxergamos gostamos e nem sempre estamos disponíveis para a mudança.
Contudo, ficamos rodando, filosofando, "psicologiando", rsrsrs, teorizando, culpabilizando, enfim, complicando a vida, quando a maioria das respostas encontram-se dentro de nós mesmos.
Ana Paula