domingo, 30 de outubro de 2011

Para pensar...

"Paciência e senso de oportunidade... tudo vem na sua hora. Não se pode apressar a vida, ela não funciona em horários fixos, como tanta gente quer que seja. É preciso aceitar o que nos chega no momento, sem pedir mais. Porém, a vida é eterna, por isso não morremos. Na verdade, nunca nascemos. Só passamos por fases diferentes. Não há fim. O ser humano tem várias dimensões. Mas o tempo não é como o vemos e sim medido por lições que devemos aprender" (Brian L. Weiss)

sábado, 29 de outubro de 2011

Mário Benedetti...

DA GENTE QUE EU GOSTO.
Eu gosto de gente que vibra, que não tem de ser empurrada, que não tem de dizer que faça as coisas, mas que sabe o que tem que fazer e que faz. A gente que cultiva sues sonhos até que esses sonhos se apoderam de sua própria realidade.
Eu gosto de gente com capacidade para assumir as conseqüências de suas ações, de gente que arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, que se permite, abandona os conselhos sensatos deixando as soluções nas mãos de Deus.
Eu gosto de gente que é justa com sua gente e consigo mesma, da gente que agradece o novo dia, as coisas boas que existem em sua vida, que vive cada hora com bom animo dando o melhor de si, agradecido de estar vivo, de poder distribuir sorrisos, de oferecer suas mãos e ajudar generosamente sem esperar nada em troca.
Eu gosto da gente capaz de me criticar construtivamente e de frente, mas sem me lastimar ou me ferir. Da gente que tem tato. Gosto da gente que possui sentido de justiça. A estes chamo de meus amigos.
Eu gosto da gente que sabe a importância da alegria e a pratica. Da gente que por meio de piadas nos ensina a conceber a vida com humor. Da gente que nunca deixa de ser animada.
Eu gosto de gente sincera e franca, capaz de se opor com argumentos razoáveis a qualquer decisão.
Gosto de gente fiel e persistente, que no descansa quando se trata de alcançar objetivos e idéias.
Eu gosto da gente de critério, a que não se envergonha em reconhecer que se equivocou ou que não sabe algo. De gente que, ao aceitar seus erros, se esforça genuinamente por não voltar a cometê-los. De gente que luta contra adversidades. Gosto de gente que busca soluções.
Eu gosto da gente que pensa e medita internamente. De gente que valoriza seus semelhantes, não por um estereotipo social, nem como se apresentam. De gente que não julga, nem deixa que outros julguem. Gosta de gente que tem personalidade.
Eu gosto da gente que é capaz de entender que o maior erro do ser humano é tentar arrancar da cabeça aquilo que não sai do coração.

A sensibilidade, a coragem, a solidariedade, a bondade, o respeito, a tranqüilidade, os valores, a alegria, a humildade, a fé, a felicidade, o tato, a confiança, a esperança, o agradecimento, a sabedoria, os sonhos, o arrependimento, e o amor para com os demais e consigo próprio são coisas fundamentais para se chamar GENTE.
Com gente como essa, me comprometo, para o que seja, pelo resto de minha vida... já que, por tê-los junto de mim, me dou por bem retribuído.
Impossível ganhar sem saber perder.
Impossível andar sem saber cair.
Impossível acertar sem saber errar.
Impossível viver sem saber reviver.
A glória não consiste em não cair nunca, mas em levantar-se todas as vezes que seja necessário.
E ISSO É ALGO QUE MUITO POUCA GENTE TEM O PRIVILEGIO DE PODER EXPERIMENTAR.
Bem aventurados aqueles que já conseguiram receber com a mesma naturalidade o ganhar e o perder, o acerto e o erro, o triunfo e a derrota...

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Auto - crítica...

O exercício da auto-crítica tem me levado a profundas reflexões sobre minha forma de "ver" e "levar" a vida!
Procuro realizar esse exercício diariamente, às vezes, por mais de uma vez durante o dia, após situações que se apresentam.
Confesso, que muitas vezes revejo minhas atitudes, minhas palavras, para que em situação semelhante possa agir de maneira mais justa, humana, ética, claro que sempre medida pelo conhecimento construído etc.
Contudo, não são poucas vezes que firmo num posicionamento por achar o mais correto, coerente e com isso, acabo sendo "tirada" por algumas pessoas para "louca". Tempo depois, geralmente, a vida encarrega-se de mostrar, ou melhor, esfregar na cara dessas pessoas, que o posicionamento por mim apontado era o correto para determinada situação. Ou seja, a vida faz justiça, aponta erros, acertos, derrotas, vitórias etc.
Aqueles que não se apoderam do conhecimento e tomam decisões infundadas, arbitrárias, contraditórias, acabam sendo publicamente desmoralizados, acabam desistindo pelo caminho e para que isso ocorra não precisamos mover uma palha.
Ter a humildade em realizar a auto-crítica não é tarefa fácil, pois, o orgulho fala mais alto. Entretanto, acredito que seja uma forma de avaliarmos nossa própria conduta, de persistirmos ou não num posicionamento e, principalmente, de não nos deixarmos levar por fáceis discursos.
Ana Paula

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Martha Medeiros... "Doidas e Santas"

Pra começo de conversa, não acredito que haja uma única mulher no mundo
que seja santa. Os marmanjos devem estar de cabelo em pé: como assim, e a minha mãe???
Nem ela, caríssimos, nem ela.
Existe mulher cansada, que é outra coisa. Ela deu tanto azar em suas relações, que desanimou.
Ela ficou tão sem dinheiro de uns tempos pra cá, que deixou de ter vaidade. Ela perdeu tanto
a fé em dias melhores, que passou a se contentar com dias medíocres. Guardou sua loucura em
alguma gaveta e nem lembra mais.
Santa mesmo, só Nossa Senhora, mas, cá entre nós, não é uma doideira o modo como ela
engravidou? (Não se escandalize, não me mande e-mails, estou brin-can-do.)
Toda mulher é doida. Impossível não ser. A gente nasce com um dispositivo interno que nos
informa desde cedo que, sem amor, a vida não vale a pena ser vivida, e dá-lhe usar nosso poder
de sedução para encontrar “the big one”, aquele que será inteligente, másculo, se importará com
nossos sentimentos e não nos deixará na mão jamais. Uma tarefa que dá para ocupar uma vida,
não é mesmo? Mas além disso temos que ser independentes, bonitas, ter filhos e fingir, às vezes,
que somos santas, ajuizadas, responsáveis, e que nunca, mas nunca, pensaremos em jogar tudo
para o alto e embarcar num navio pirata comandado pelo Johnny Depp, ou então virar uma cafetina,
sei lá, diga aí uma fantasia secreta, sua imaginação deve ser melhor que a minha.
Eu só conheço mulher louca. Pense em qualquer uma que você conhece e me diga se ela
não tem ao menos três destas qualificações: exagerada, dramática, verborrágica, maníaca, fantasiosa,
apaixonada, delirante. Pois então. Também é louca. E fascinante.
Todas as mulheres estão dispostas a abrir a janela, não importa a idade que tenham. Nossa
insanidade tem nome: chama-se Vontade de Viver até a Última Gota. Só as cansadas é que se
recusam a levantar da cadeira para ver quem está chamando lá fora. E santa, fica combinado, não
existe. Uma mulher que só reze, que tenha desistido dos prazeres da inquietude, que não deseje
mais nada? Você vai concordar comigo: só sendo louca de pedra.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Mario Benedetti..."Da gente que eu gosto"

"Eu gosto de gente que vibra, que não tem de ser empurrada, que não tem de dizer que faça as coisas, mas que sabe o que tem que fazer e que faz. A gente que cultiva seus sonhos até que esses sonhos se apoderem de sua própria realidade."

domingo, 23 de outubro de 2011

O cansaço está pegando!

É amigos, final de outubro, o cansaço está pegando!
Sinto como se estivesse percorrido uma longa estrada, meu corpo pede descanso, minha mente silêncio e minha alma paz.
Dessa altura do ano em diante, sinto que perdi as forças e a energia para as tarefas.
Ah, as tarefas! E são tantas e tão exigentes.
A sensação é de não mais dar conta como antes, hoje tudo tem um "peso" absurdo, meu corpo não responde ao dinamismo de minha mente e minha mente se cansa com atividades antes rotineiras, mas, hoje, árduamente desenvolvidas.
Este ano, em especial, parece estar mais longo, mais cansativo e quando olho para frente, vejo o quanto ainda tenho de trabalho a fazer, logo me pergunto por onde ficou minha vitalidade?
Ana Paula

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Quando portas, janelas, básculas...abrem-se!

O tempo para as coisas acontecerem na vida da gente nem sempre é o tempo que esperamos e desejamos que elas aconteçam.
Tem certos períodos em que parece que nada dá certo e que quando colocamos o pé para dentro vem alguém e fecha a porta na cara da gente. E aí amigos, não basta o esforço, a dedicação, as horas de estudo, as melhores classificações, simplesmente a vida emburra-se com você, fecha a cara e uma nuvem negra paira em nossas cabeças. Esse é um tempo que parece parar, parece nunca passar.
E, de uma hora para outra, quando você nem acredita mais que as coisas podem mudar, quando você só pensa em sobreviver a mais um dia, as portas, janelas e básculas de oportunidades começam a se abrir à sua frente, é um momento tão mágico que você não acredita estar acontecendo depois de tantos tombos ao longo do caminho.
É o tempo determinado pelo ciclo da vida e não por você. Definitivamente, as oportunidades aparecem quando temos a grandiosidade e a maturidade de saber aproveitá-las, mas, daí, entramos em crise novamente, pois, surgem todas juntas e a escolha por uma ou por outra nem sempre é fácil!
São as provações que temos que passar neste grande mistério que é o viver e que nem sempre temos paciência e sabedoria para esperar, ou dar tempo ao tempo.
Passei por muitas, muitas dificuldades, tentando abrir portas, hoje elas abrem-se sozinhas para eu entrar, fruto do esforço e dedicação, mas, também, de exageros em estradas, correndo de um lado ao outro, para incansavelmente, abrir meu espaço.
Carrego na bagagem experiência, lágrimas de felicidade mas, também de dor e claro, muitas cicatrizes.
Contudo, o que passei deve ter seu valor, devo ter aprendido algo...sei lá, só sei que as coisas não acontecem como a gente quer e no tempo que as desejamos, mas, sei também, que quem procura acha, quem busca alcança, quem sonha realiza, mais cedo ou mais tarde, com torcida a favor, ou mesmo com torcida contra, rsrsrsrs!
Ana Paula

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Falta de tempo...

Olá amigos!
Tenho deixado o blog um pouco de "lado" nos últimos dias, confesso que tenho sentido falta das trocas que por aqui acontecem, mas, o tempo está cada vez mais escasso, sinal de que a vida está voltando ao "normal", rsrsrsr!
Essa é a vida de professora, 60 horas semanal, manhã, tarde, noite e se bobear no final de semana também.
Não pensem que estou reclamando, muitíssimo pelo contrário, sou grata a cada oportunidade profissional que tive, pois, constituem o que sou hoje, como profissional e, principalmente, como pessoa.
Entretanto, após o acidente, havia prometido pisar no freio, ir mais devagar, mas, que nada, quem faz o que gosta, não tem pé no freio, é lançante abaixo e pé na tábua...
As portas se abrem e se não se abrirem a gente mete o pé na porta o coloca a cara a tapa, rsrsrsrsr...
Bem que eu queria ser diferente, estou em outra frequência e isso me cansa. Já sofri as consequências de uma vida agitada e sinto que estou novamente a caminho dela, mas, não consigo dizer não para a vida que bate a minha porta, sou assim...
Contudo, tenho mais um problema...falta de tempo!
Ana Paula


domingo, 16 de outubro de 2011

Rubem Alves... Conversa com educadores

 
O estudo da gramática não faz poetas. O estudo da harmonia não faz compositores. O estudo da psicologia não faz pessoas equilibradas. O estudo das "ciências da educação" não faz educadores. Educadores não podem ser produzidos. Educadores nascem. O que se pode fazer é ajudá-los a nascer. Para isso eu falo e escrevo: para que eles tenham coragem de nascer. Quero educar os educadores. E isso me dá grande prazer porque não existe coisa mais importante que educar. Pela educação o indivíduo se torna mais apto para viver: aprende a pensar e a resolver os problemas práticos da vida. Pela educação ele se torna mais sensível e mais rico interiormente, o que faz dele uma pessoa mais bonita, mais feliz e mais capaz de conviver com os outros. A maioria dos problemas da sociedade se resolveria se os indivíduos tivessem aprendido a pensar.

sábado, 8 de outubro de 2011

Rubem Alves...

Sobre política e jardinagem
De todas as vocações, a política é a mais nobre. Vocação, do latim vocare, quer dizer chamado. Vocação é um chamado interior de amor: chamado de amor por um ‘fazer’. No lugar desse ‘fazer’ o vocacionado quer ‘fazer amor’ com o mundo. Psicologia de amante: faria, mesmo que não ganhasse nada.

‘Política’ vem de polis, cidade. A cidade era, para os gregos, um espaço seguro, ordenado e manso, onde os homens podiam se dedicar à busca da felicidade. O político seria aquele que cuidaria desse espaço. A vocação política, assim, estaria a serviço da felicidade dos moradores da cidade.

Talvez por terem sido nômades no deserto, os hebreus não sonhavam com cidades: sonhavam com jardins. Quem mora no deserto sonha com oases. Deus não criou uma cidade. Ele criou um jardim. Se perguntássemos a um profeta hebreu ‘o que é política?’, ele nos responderia, ‘a arte da jardinagem aplicada às coisas públicas’.

O político por vocação é um apaixonado pelo grande jardim para todos. Seu amor é tão grande que ele abre mão do pequeno jardim que ele poderia plantar para si mesmo. De que vale um pequeno jardim se à sua volta está o deserto? É preciso que o deserto inteiro se transforme em jardim.

Amo a minha vocação, que é escrever. Literatura é uma vocação bela e fraca. O escritor tem amor mas não tem poder. Mas o político tem. Um político por vocação é um poeta forte: ele tem o poder de transformar poemas sobre jardins em jardins de verdade. A vocação política é transformar sonhos em realidade. É uma vocação tão feliz que Platão sugeriu que os políticos não precisam possuir nada: bastar-lhes-ia o grande jardim para todos. Seria indigno que o jardineiro tivesse um espaço privilegiado, melhor e diferente do espaço ocupado por todos. Conheci e conheço muitos políticos por vocação. Sua vida foi e continua a ser um motivo de esperança.

Vocação é diferente de profissão. Na vocação a pessoa encontra a felicidade na própria ação. Na profissão o prazer se encontra não na ação. O prazer está no ganho que dela se deriva. O homem movido pela vocação é um amante. Faz amor com a amada pela alegria de fazer amor. O profissional não ama a mulher. Ele ama o dinheiro que recebe dela. É um gigolô.

Todas as vocações podem ser transformadas em profissões O jardineiro por vocação ama o jardim de todos. O jardineiro por profissão usa o jardim de todos para construir seu jardim privado, ainda que, para que isso aconteça, ao seu redor aumente o deserto e o sofrimento.

Assim é a política. São muitos os políticos profissionais. Posso, então, enunciar minha segunda tese: de todas as profissões, a profissão política é a mais vil. O que explica o desencanto total do povo, em relação à política. Guimarães Rosa, perguntado por Günter Lorenz se ele se considerava político, respondeu: ‘Eu jamais poderia ser político com toda essa charlatanice da realidade... Ao contrário dos ‘legítimos’ políticos, acredito no homem e lhe desejo um futuro. O político pensa apenas em minutos. Sou escritor e penso em eternidades. Eu penso na ressurreição do homem.’ Quem pensa em minutos não tem paciência para plantar árvores. Uma árvore leva muitos anos para crescer. É mais lucrativo cortá-las.

Nosso futuro depende dessa luta entre políticos por vocação e políticos por profissão. O triste é que muitos que sentem o chamado da política não têm coragem de atendê-lo, por medo da vergonha de serem confundidos com gigolôs e de terem de conviver com gigolôs.

Escrevo para vocês, jovens, para seduzi-los à vocação política. Talvez haja jardineiros adormecidos dentro de vocês. A escuta da vocação é difícil, porque ela é perturbada pela gritaria das escolhas esperadas, normais, medicina, engenharia, computação, direito, ciência. Todas elas, legítimas, se forem vocação. Mas todas elas afunilantes: vão colocá-los num pequeno canto do jardim, muito distante do lugar onde o destino do jardim é decidido. Não seria muito mais fascinante participar dos destinos do jardim?

Acabamos de celebrar os 500 anos do descobrimento do Brasil. Os descobridores, ao chegar, não encontraram um jardim. Encontraram uma selva. Selva não é jardim. Selvas são cruéis e insensíveis, indiferentes ao sofrimento e à morte. Uma selva é uma parte da natureza ainda não tocada pela mão do homem. Aquela selva poderia ter sido transformada num jardim. Não foi. Os que sobre ela agiram não eram jardineiros. Eram lenhadores e madeireiros. E foi assim que a selva, que poderia ter se tornado jardim para a felicidade de todos, foi sendo transformada em desertos salpicados de luxuriantes jardins privados onde uns poucos encontram vida e prazer.

Há descobrimentos de origens. Mais belos são os descobrimentos de destinos. Talvez, então, se os políticos por vocação se apossarem do jardim, poderemos começar a traçar um novo destino. Então, ao invés de desertos e jardins privados, teremos um grande jardim para todos, obra de homens que tiveram o amor e a paciência de plantar árvores à cuja sombra nunca se assentariam. (Folha de S. Paulo, Tendências e Debates, 19/05/2000.)
Há descobrimentos de origens. Mais belos são os descobrimentos de destinos. Talvez, então, se os políticos por vocação se apossarem do jardim, poderemos começar a traçar um novo destino. Então, ao invés de desertos e jardins privados, teremos um grande jardim para todos, obra de homens que tiveram o amor e a paciência de plantar árvores à cuja sombra nunca se assentariam. (Folha de S. Paulo, Tendências e Debates, 19/05/2000.)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Corre - Corre!

Como bons brasileiros, muitos deixaram para o último dia a filiação partidária, ou por mero hábito em deixar para última hora, ou porque estavam estudando as ideologias partidárias...rsrsrsr, ou até mesmo porque estavam esperando propostas dos partidos. Enfim, encerram-se hoje as filiações daqueles que pretendem concorrer em 2012 a cargos eletivos e a partir de hoje começamos e visualizar o cenário pré-eleitoral. Pois, mesmo tendo ainda um ano pela frente, começa a ser montado o palco, onde grandes personalidades, com grandes propostas se apresentarão assim como, grandes palhaços, os tiriricas da vida, também mostrarão sua arte e nós, platéia, decidiremos quem serão os mais capazes, aptos, comprometidos etc, a nos representar no legislativo e executivo municipal.
Que tenhamos todos, desde já, desde as prévias, analisando-os, capacidade de escolher pelo melhor, melhor para TODOS!
Ana Paula

Baixa imunidade...

É amigos, definitivamente, nunca mais fui a mesma desde o acidente.
Acredito, que fiquei com baixa imunidade, pois, uma virose a km daqui eu já "pego".
Essa semana estou de molho, novamente, em casa.
Ou pisei num vudú, ou joguei pedra na cruz, ou, sei lá o que está acontecendo.
Também, começo a pensar que baixa a imunidade de meu corpo de acordo com a frequência ou não das crises dos transtornos emocionais ainda decorrentes do acidente, como o estresse pós trauma e pânico, ainda não completamente superados com os tratamentos.
Nosso corpo trabalha como uma grande engranagem, quando falha uma pequena peça certamente causará problemas nas demais.
Podem ter certeza, que os piores, os mais difíceis e os mais demorados de serem tratados serão sempre os danos psicológicos.
Um dia, talvez, possa lhes contar se há cura para o trauma.
Enquanto este dia não chega, vou tratando as consequências deste.
Contudo, nada é por acaso e nem tão pesado que eu não possa carregar!
Ana Paula

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

De volta ao mundo virtual!

Após alguns dias de afastamento, devido aos estragos que o temporal causou nas antenas, retornamos ao mundo virtual.
Ana Paula