sexta-feira, 23 de agosto de 2013

http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2013/08/maioria-dos-nucleos-regionais-e-favoravel-a-greve-afirma-cpers-4244216.html

quinta-feira, 22 de agosto de 2013


Numa sociedade que cultua "datas", para homenagear, lembrar, firmar compromissos ou seja lá qual o sentido particular que cada um dê, enfim, ganhei um Dia. Hoje, 22 de Agosto, Dia do Educador Especial!!!
Somos aqueles que estão em universidades, escolas comuns, escolas especiais, centros de apoios, clínicas etc, enfim, aqueles que ainda acreditam que é possível um mundo mais humano, numa escola que consiga acolher e num ser humano que consiga minimamente respeitar o outro.
Muitas vezes, nossa presença desacomoda, incomoda, perturba e, assim como nossos alunos, também acabamos excluídos dentro da escola. Ocupamos o lugar de culpa, facilmente somos responsabilizados pelo fracasso de um sistema, de uma sociedade, de uma escola e de um grupo de professores... mas, nossos ombros são largos!
Nem sempre é fácil e parece caminharmos sozinhas!
Poderão nos perguntar as razões que nos levam a continuar e certamente não teremos uma resposta rápida, objetiva etc, contudo, nenhuma conseguirá achar razões para abandonar!!!
Parabéns colegas!!!!
Ana Paula Gatiboni Faccin

DATAS COMEMORATIVAS E O DIA DO EDUCADOR ESPECIAL

Por: Leandra Bôer Possa

O texto que vocês vão ler, não é produto de um acontecimento individual. Ele é produto do meu encontro com uma colega – um desses vários encontros que temos pela UFSM. Ela provocou-me esta escrita com o objetivo de dizer sobre a data comemorativa do Dia do Educador Especial – dia 22 de agosto.

A partir daquele encontro fiquei pensando em sobre o que pensar e escrever. Fiz esta opção que agora passo a compartilhar com vocês. Um texto que problematiza e busca, mesmo que de forma superficial, em função das poucas linhas de um texto, dizer sobre as datas comemorativas e a comemoração do dia do Educador Especial.

As datas comemorativas se constituem como produto de algum tipo de convenção cultural, política e econômica. São instituídas pela tradição popular; para comemorar o nascimento ou morte de alguma pessoa ilustre; também, designam os festejos religiosos como páscoa e natal, ou ainda, o dia de algum santo/a padroeiro/a. Estas e outras datas como o dia dos namorados, o dia dos pais e mães, o dia da criança, o dia do idoso, a parada gay…

Ainda, outras tantas datas comemorativas são de cunho étnico. Datas que informam e tornam visíveis alguns grupos sociais tendo, o dia, uma função de conscientização e dialogo mais profícuo com a sociedade. São comemorações que ganham valor cultural, político e econômico.

Dentre as datas comemorativas temos os dias destinados a dar visibilidade a segmentos profissionais. Temos o dia de quase todos os profissionais, médicos, advogados, pedreiros, faxineiros, sacerdotes, prostitutas, enfim. Todos dos dias do ano parecem ser comemorativos, tendo em vista tantas datas a se comemorar.

Pensar sobre as datas comemorativas tem, para mim o sentido de pensar não na data em si, mas no acontecimento que faz com que uma sociedade precise instituir datas para dar visibilidade a algumas coisas, pessoas, trabalhadores… Uma sociedade que precise festejar, comemorar e conscientizar num dia estipulado. É aí que me pergunto: Como estas datas são produzidas como comemorativas? Como estas datas produzem sentido político, econômico, cultural para que cada um de nós esteja a comemorá-las como um dia especial?

A maioria das datas comemorativas são internacionais e convencionadas pela Organização das Nações Unidas (ONU). Muitas outras são instituídas nacionalmente, tendo até uma lei (Lei Nº 12.345 de 9 de dezembro de 2010) como parâmetro definidor de uma data comemorativa. Esta lei brasileira diz que uma data comemorativa precisa ter “alta significação para os diferentes segmentos profissionais, políticos, religiosos, culturais e/ou étnicos que compõem a sociedade”. E aí a outra pergunta: como temos produzido esta alta significação?

Pois então, temos agora em agosto a comemoração da semana do Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla de 21 a 28 de agosto, esta antigamente chamada de Semana do Excepcional. Foi, no dia 26 de junho, o Dia Mundial das pessoas Surdocegas. Será no dia 26 de setembro o Dia Nacional do Surdo e no dia 03 de dezembro o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.

No enredo destas datas alusivas as pessoas com deficiência, o dia 22 de agosto é o dia daquele profissional que se produz professor de Educação Especial. Aquele responsável por projetar uma ação profissional, – e por ser professor uma ação educacional – que incide na parcela da população descrita como deficiente; como aquele que produz a diversidade na população em geral; ou ainda, aquele que é diferente.

Não sei se o dia 22 de agosto de 2013 será uma data para que nós Educadores Especiais comemoremos. Por outro lado, podemos ter a certeza de que este será mais um dia do ano em que nós, Educadores Especiais, estaremos nos produzindo como profissionais. Para tanto, tenhamos o cuidado neste dia – como em todos os dias do ano- para que não sejamos silenciados por uma data que, por convenção cultural, política e econômica, pode estar direcionando nossos modos de ser e estar na profissão.

sábado, 17 de agosto de 2013


Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete. É elegante não ficar espaçoso demais. É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade. Sobrenome, joias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. Educação enferruja por falta de uso.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013


Um mestre do Oriente viu um escorpião que se estava a afogar e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião picou-o. Pela reação de dor, o mestre soltou-o e o animal caiu de novo na água e estava se afogando de novo. O mestre tentou tirá-lo novamente e novamente o animal voltou a picá-lo. Alguém que o estava a observar aproximou-se do mestre e disse-lhe:

— Desculpe-me, mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?

O mestre respondeu:
— A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.

Então, com a ajuda de uma folha, o mestre tirou o escorpião da água e salvou a sua vida.

Não mude a sua natureza se alguém lhe fizer mal; apenas tome algumas precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam. Preocupe-se mais com sua consciência do que com a sua reputação. Porque a sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de si. E o que os outros pensam, não é problema nosso... é problema deles.

sábado, 10 de agosto de 2013


"Você nasceu no lar em que precisava nascer, 
vestiu o corpo físico que merecia, 
mora onde melhor Deus lhe proporcionou, 
de acordo com o seu adiantamento.

Você possui os recursos financeiros 
coerentes com as suas necessidades... 
nem mais, nem menos, mas o justo para as suas lutas terrenas.

Seu ambiente de trabalho 
é o que você elegeu espontaneamente para a sua realização.

Seus parentes e amigos 
são as almas que você mesmo atraiu, com sua própria afinidade.

Portanto, seu destino está constantemente sob seu controle.
Você escolhe, recolhe, elege, atrai, busca, expulsa, modifica 
tudo aquilo que lhe rodeia a existência.

Seus pensamentos e vontades são a chave de seus atos e atitudes.
São as fontes de atração e repulsão na jornada da sua vivência.

Não reclame, nem se faça de vítima. 
Antes de tudo, analisa e observa.

A mudança está em suas mãos.
Reprograma sua meta, busca o bem e você viverá melhor.

Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim."

(Chico Xavier)

terça-feira, 6 de agosto de 2013


Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip-hop, e nem por isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de força e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, a gente sempre volta, anunciando o fim de mais uma dor – até que venha a próxima, normais que somos.