sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Indignação!

Vivemos numa sociedade segregacionista, discriminatória, preconceituosa, elitista, materialista, consumista, competitiva, resumindo, desumana!
Imaginem vocês o papel social que um deficiente ocupa nessa realidade, o que resta para ele, quais são as políticas públicas, os estigmas, os rótulos etc.
A escolha da minha profissão é fruto de minha personalidade, combativa. Acontece que parece que falo grego, porque ninguém me escuta.
Deficiente não tem que viver de esmolas, do que sobra, do que ninguém mais quer, ou até mesmo, orientados por profissionais que não se acertaram em lugar nenhum.
Eles tem os mesmos direitos que todo e qualquer cidadão brasileiro, não é em razão de suas especificidades ou até mesmo porque alguns não votam que devem ser esquecidos.
Às vezes, me canso de falar e perceber que as pessoas que tem o poder em fazer as coisas diferentes não estão nem aí. Não precisa ter um deficiente na família, ou achá-los bonitinhos/ engraçadinhos, para abraçar a causa, basta cumprir com a Constituição Federal.
Esse foi um desabafo pelo descaso com o ser humano.
Ana Paula

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